Artigos, entrevistas e checagens com base em evidências




Estudos realizados ao longo de quase duas décadas mostram que o imunizante é seguro e ajuda a prevenir diversos tipos de câncer relacionados ao HPV

BPC-157, CJC-1295 e outros compostos são divulgados para melhorar a pele, preservar músculos e reparar tecidos, mas os estudos em seres humanos ainda são limitados

Estudos apontam efeitos em diferentes órgãos, com resultados que vão de evidências consistentes a achados ainda iniciais

O consumo de colágeno cresce, mas seus efeitos continuam sendo alvo de debate científico

Estudos realizados ao longo de quase duas décadas mostram que o imunizante é seguro e ajuda a prevenir diversos tipos de câncer relacionados ao HPV

Para pessoas saudáveis, as promessas divulgadas nas redes sociais não têm comprovação científica

Alterações genéticas podem estar por trás do colesterol alto e do risco cardiovascular precoce

Estudos apontam efeitos em diferentes órgãos, com resultados que vão de evidências consistentes a achados ainda iniciais

O consumo de colágeno cresce, mas seus efeitos continuam sendo alvo de debate científico

ecomendação de vacinação para meninas e meninos entre 9 e 14 anos ocorre justamente porque, nessa fase, a maioria ainda não teve contato com o vírus e apresenta uma resposta imunológica mais robusta

Estudos recentes identificaram aumento na incidência de alguns tipos de câncer entre gerações mais jovens, mas os especialistas ainda investigam as causas desse fenômeno

Dados do Global Burden of Disease mostram que o IMC elevado se tornou o principal fator de risco associado à carga de doença da população brasileira

Uso do hormônio é válido apenas para transtorno sexual específico na pós-menopausa; fora disso, riscos cardiovasculares e irreversíveis superam benefícios

O consumo de colágeno cresce, mas seus efeitos continuam sendo alvo de debate científico

A doença altera o equilíbrio natural da renovação óssea, tornando o esqueleto mais vulnerável

Quatro casos da variante do vírus influenza A (H3N2) foram confirmados no país, mas evidências científicas indicam que ela não é mais agressiva e que a vacina do SUS mantém proteção contra formas graves